Motion · animação para redes sociais

Três segundos.
É o que você tem.

No feed, o vídeo compete com o polegar. Se os primeiros segundos não derem motivo para parar, não existe conteúdo bom o suficiente depois. E a maioria das peças ainda começa com vinheta de marca, que é exatamente o oposto do que funciona ali.

Rede social tem regra própria, e ela é dura

O consumo é vertical, sem som, com o dedo pronto para seguir. Uma peça pensada para site, cortada em nove por dezesseis, chega ali com o texto fora do quadro e a mensagem no fim, quando ninguém mais está assistindo.

Animação leva vantagem nesse ambiente por dois motivos: prende atenção com movimento desde o primeiro quadro e comunica sem depender de áudio, porque o texto é parte do design.

E rende em série. Definido o padrão visual uma vez, cada peça nova sai rápido e barata, o que é o que sustenta presença constante em vez de campanha isolada.

Formatos que funcionam

Peças curtas, em série, com padrão visual reconhecível.

Explicativo curto

Um conceito por peça, resolvido em vinte a quarenta segundos, com texto em tela e leitura sem som.

Dado em destaque

Um número com contexto, animado. É o formato de maior compartilhamento espontâneo em perfil corporativo.

Dica e conteúdo educativo

Série recorrente que posiciona a marca como referência, no formato que o algoritmo favorece por consistência.

Anúncio e campanha

Peça pensada para mídia paga, com o gancho nos primeiros segundos e chamada clara no fim.

Bastidor e institucional curto

Versão animada do que a empresa faz, para quem chega ao perfil sem conhecer.

Adaptação de conteúdo existente

Aproveitamento de material longo que a empresa já tem, reconstruído em formato nativo em vez de recortado.

Como a gente produz em série

O ganho está na repetição do padrão, não na peça isolada.

  1. Definição do sistema visualCor, tipografia, animação de texto e estrutura de abertura definidos uma vez, para toda a série.
  2. Roteiro com gancho no inícioA primeira frase precisa dar motivo para parar. Vinheta de marca no começo é o erro mais comum e o mais caro.
  3. Composição para verticalEnquadrado em nove por dezesseis desde o início, com área segura para a interface da rede não cobrir o texto.
  4. Legibilidade sem somTexto como elemento principal, com tamanho e contraste que funcionam na tela pequena.
  5. Produção em loteVárias peças da mesma série produzidas juntas, o que derruba o custo unitário e mantém a coerência.
  6. Entrega com variaçõesVersões por plataforma e cortes de duração diferente, para testar o que performa melhor.

Perguntas frequentes

Podemos aproveitar nossos vídeos longos?

Em parte. Recortar não costuma funcionar bem, mas o conteúdo pode ser reconstruído em formato nativo, aproveitando trechos e reorganizando a narrativa para o vertical.

Quantas peças fazem sentido?

Série de oito a doze é o que costuma equilibrar custo e presença. Uma peça isolada por mês não sustenta perfil nenhum.

Precisa de locução?

Na maior parte das vezes não, porque a maioria assiste sem som. Trabalhamos com texto em tela e trilha, e a narração entra quando o conteúdo é mais denso.

Serve para anúncio pago?

Serve, e vale planejar desde o começo, porque anúncio exige gancho mais forte, duração específica e chamada clara. Peça orgânica adaptada rende menos.

Quem escreve o conteúdo?

Podemos escrever a partir do que você tem ou trabalhar sobre um roteiro seu. Em série recorrente, o comum é definirmos a pauta junto e escrevermos as peças.

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