Segmento · tecnologia, software e serviços digitais
Seu produto é uma tela.
Filmar o escritório não resolve.
Empresa de tecnologia costuma receber a mesma proposta que uma indústria receberia: drone na fachada, gente sorrindo no corredor, trilha épica. No fim, o vídeo não explica o que a empresa faz, e quem compra é justamente quem precisava dessa explicação.
Por que vídeo de tecnologia soa vazio
O roteiro genérico existe porque é seguro: fala de inovação, de transformação e de futuro, e serve para qualquer empresa. O problema é exatamente esse. Se o vídeo serve para qualquer empresa, ele não vende a sua.
Quem decide a compra de software conhece o assunto. É head de tecnologia, é gerente de operação, é quem vai responder pela escolha. Essa pessoa desliga na primeira frase vaga, porque reconhece que quem escreveu não entendeu o produto.
O caminho é tratar o assunto no nível de quem compra. Mostrar o que o produto faz, em que contexto, resolvendo qual problema concreto. Isso exige entender antes de gravar, e é por isso que a etapa de roteiro pesa mais aqui do que em qualquer outro segmento.
O que a gente produz para tecnologia
Material para venda, para adoção do produto e para atrair quem você quer contratar.
Demonstração de produto
O fluxo real na tela, com destaque no que importa e ritmo de quem já sabe onde o usuário se perde. Captura tratada em motion, não gravação de monitor com celular.
Explicativo de arquitetura e conceito
Como a solução se encaixa no ambiente do cliente, o que integra com o quê, onde o dado passa. Assunto que só o motion graphics consegue mostrar.
Case de cliente em vídeo
O depoimento que vale: o cliente conta o problema que tinha, o que mudou e como mede isso. Conduzido em formato de entrevista, para soar como conversa e não como texto decorado.
Employer branding e recrutamento
Numa disputa por gente técnica, o vídeo mostra como o time trabalha de verdade, e não a descrição de vaga que toda empresa publica igual.
Evento, pitch e institucional curto
Peça para rodada de investimento, feira do setor, evento de parceiro e abertura de apresentação, no tempo que cada contexto suporta.
Conteúdo técnico recorrente
Série curta explicando funcionalidade, atualização de versão e boa prática de uso. Reduz chamado de suporte e sustenta presença no LinkedIn e no YouTube.
Como a gente trabalha com time técnico
Adaptado a quem tem agenda cheia, release para entregar e produto que muda de versão.
- Imersão curta com quem domina o produtoUma conversa objetiva com produto ou engenharia, gravada, para extrair o que o material precisa dizer. É a etapa que evita cinco rodadas de correção de roteiro depois.
- Roteiro revisado por quem responde tecnicamenteO texto vai para revisão de quem entende, antes de qualquer gravação. Erro conceitual descoberto na edição custa dez vezes mais caro.
- Captura de tela em qualidade de exibiçãoGravação em resolução alta, com ambiente de demonstração preparado e dado fictício coerente. Nada de informação de cliente real aparecendo em tela.
- Captação com o time, sem tomar o diaBlocos curtos e agenda combinada. Quem grava é especialista com trabalho para entregar, não ator com o dia livre.
- Motion para o que não tem imagemArquitetura, fluxo de dado, integração e comparativo entram como animação, feitos dentro da sua identidade visual.
- Entrega versionadaProjeto organizado para atualizar só o trecho que mudou quando sair a próxima versão, em vez de refazer a peça inteira.
Perguntas frequentes
Podemos assinar NDA antes de mostrar o produto?
Podemos, e é o padrão aqui. Assinamos antes da imersão, e o acordo cobre o que vemos, o material bruto e o ambiente de demonstração. Também não publicamos nada em portfólio sem autorização escrita.
Nosso produto muda de versão toda hora. O vídeo não vai ficar velho?
Vai, se for produzido como peça única. Por isso montamos em blocos, com o trecho de interface isolado dos demais. Quando a tela muda, se regrava aquele bloco e o resto continua valendo.
Precisamos de vídeo em inglês também?
Se o seu mercado pede, sim. Trabalhamos com versão legendada e com locução em inglês. O importante é decidir isso antes do roteiro, porque texto pensado para tradução é escrito de outro jeito.
Quem vai aparecer não tem experiência com câmera
Normal, e não é problema. Para perfil técnico, formato de entrevista funciona melhor que teleprompter: alguém pergunta, a pessoa responde no vocabulário dela, e a edição organiza depois.
Vocês fazem só a animação, se já temos as imagens?
Fazemos. Motion sobre material existente é um dos formatos que mais entregamos, e costuma ser o caminho mais rápido quando já há gravação e o que falta é explicar o conceito.
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