Educação · pesquisa e divulgação científica

A pesquisa está pronta.
E ninguém fora dali entendeu.

Grupo de pesquisa produz resultado relevante, publica em periódico e apresenta em congresso. Fora da comunidade acadêmica, ninguém fica sabendo, inclusive quem financia, quem regula e quem poderia aplicar aquilo.

Divulgação científica é tradução, não simplificação

O erro comum é achar que comunicar ciência para fora é tirar o rigor. Não é. É encontrar a porta de entrada: qual problema real aquilo resolve, e por que importa para quem não é da área.

Existe pressão institucional crescente nesse sentido. Agência de fomento, edital e avaliação consideram impacto e divulgação, e universidade que só publica em periódico deixa isso na mesa.

E o vídeo é o formato que melhor atravessa a barreira. Motion mostra o que é abstrato, o pesquisador dá o rosto e a credibilidade, e o resultado circula fora do muro da universidade.

O que a gente produz nessa frente

Da divulgação ao registro de extensão.

Divulgação de pesquisa

O problema, o método e o resultado, traduzidos para público amplo sem perder precisão.

Explicação de conceito complexo

Motion graphics para o que não tem imagem: processo molecular, modelo teórico, simulação e dado.

Registro de laboratório

O trabalho acontecendo, com equipamento e equipe, que dá materialidade ao que costuma ser abstrato.

Projeto de extensão

A universidade atuando na comunidade, com quem é atendido falando. Material forte para prestação de contas e para editais.

Apresentação de grupo de pesquisa

Quem é a equipe, o que investiga e o que busca, para atrair estudante, parceria e financiamento.

Material para edital e fomento

Peça que acompanha submissão e relatório, mostrando estrutura, equipe e impacto.

Como a gente trabalha com pesquisadores

Rigor técnico e clareza precisam conviver.

  1. Imersão com o grupo de pesquisaEntender de verdade antes de traduzir. Divulgação feita sem compreensão gera erro conceitual, que é grave nesse contexto.
  2. Definição do públicoEstudante, sociedade, financiador e setor produtivo pedem recortes diferentes do mesmo trabalho.
  3. Roteiro revisado pelo pesquisadorA tradução precisa ser aprovada por quem responde cientificamente antes de qualquer gravação.
  4. Captação em laboratórioCom atenção a norma de segurança, a equipamento sensível e a material que não pode ser exposto por sigilo ou patente.
  5. Motion para o abstratoO que não pode ser filmado é animado a partir do material técnico fornecido pelo grupo.
  6. Entrega para múltiplos usosVersão de divulgação, corte para redes, peça para edital e material para apresentação em evento.

Perguntas frequentes

Nosso resultado ainda não foi publicado

Nesse caso o cuidado é maior, porque divulgação prévia pode afetar publicação e patente. Definimos com o grupo e com a área de inovação o que pode ser mostrado e quando.

Como não simplificar demais?

Mantendo o pesquisador no controle do conteúdo. Nosso papel é encontrar a forma; o rigor do que é dito continua sendo dele, e o roteiro passa por aprovação.

Serve para prestação de contas de fomento?

Serve como material de divulgação e de demonstração de impacto, que é cada vez mais valorizado. A prestação formal segue o procedimento da agência.

Temos parceria com empresa

Pesquisa aplicada com parceiro privado costuma ter cláusula de sigilo. Assinamos NDA e definimos antes o que entra, o que sai e o que vira animação genérica.

Podemos usar para atrair alunos de pós?

Podem, e funciona bem. Estudante escolhe programa de pós avaliando linha de pesquisa e equipe, e vídeo comunica isso melhor que a página institucional.

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