Saúde · orientação ao paciente

O paciente faltou
porque não entendeu o preparo.

Exame desmarcado por preparo incorreto, paciente que chega sem o documento, internação com dúvida básica sobre horário de visita. Boa parte do retrabalho de uma unidade de saúde vem de informação que foi dada, mas não foi compreendida.

Instrução escrita não funciona com quem está ansioso

O paciente recebe a orientação num momento ruim: acabou de sair da consulta, está preocupado com o resultado e vai ler um papel com termos que não conhece. A informação existe, mas não é absorvida.

Some a isso a variação de escolaridade e de idade do público. Uma orientação escrita que funciona para uma parte das pessoas simplesmente não alcança a outra.

Vídeo curto resolve porque pode ser revisto em casa. Na véspera do exame, com calma, quantas vezes precisar, e ainda pode ser assistido junto com quem acompanha o paciente.

O que a série cobre

Construída a partir do que mais gera falta e retrabalho na sua unidade.

Preparo de exame

Jejum, medicação, roupa, documento e horário. É o tema que mais evita remarcação e desperdício de agenda.

Como funciona a internação

O que levar, horário de visita, acompanhante, alta e o que esperar de cada etapa. Reduz muito a ansiedade da família.

Agendamento e canais de atendimento

Como marcar, remarcar, cancelar e onde consultar resultado, incluindo o uso do aplicativo ou portal.

Orientação pós-procedimento

Cuidados em casa, sinais de alerta e quando retornar. Reduz retorno desnecessário ao pronto atendimento.

Direitos e documentos

O que o paciente precisa apresentar, o que o convênio cobre e como funciona a autorização, em linguagem simples.

Acolhimento e primeira visita

Como chegar, onde estacionar, onde é a recepção. Parece pequeno e resolve boa parte da tensão de quem nunca foi.

Como a série é produzida

Conteúdo assistencial exige validação e cuidado de tom.

  1. Levantamento com o atendimentoQuem atende sabe exatamente quais dúvidas se repetem e quais erros de preparo mais acontecem. A lista sai daí.
  2. Priorização por impactoComeçamos pelos temas que mais causam falta, remarcação e retrabalho, que são os que dão retorno imediato.
  3. Roteiro em linguagem acessívelSem termo técnico não explicado, com frases curtas e uma instrução por vez.
  4. Validação pela equipe assistencialCada peça conferida por quem responde tecnicamente antes de publicar. Orientação errada em saúde tem consequência real.
  5. Gravação em loteVários temas no mesmo dia, o que reduz o custo por peça e mantém a série coerente visualmente.
  6. Acessibilidade no materialLegenda sempre, e Libras quando a instituição inclui no escopo. Orientação que exclui parte do público não cumpre a função.

Perguntas frequentes

Precisa aparecer profissional de saúde?

Ajuda na credibilidade, mas não é obrigatório. Parte das orientações funciona bem com narração e motion mostrando o passo a passo, o que inclusive facilita atualizar depois.

Como fica a privacidade do paciente?

Nenhum paciente real aparece sem autorização específica. Boa parte desse material é produzida sem paciente identificável, com figuração autorizada ou recurso de animação.

Quantos vídeos fazem sentido?

Uma série de seis a dez temas costuma cobrir a maior parte das dúvidas recorrentes e justifica a produção em lote.

Onde publicamos?

Onde o paciente já está: portal, aplicativo, confirmação por mensagem e tela de espera da unidade. Enviar junto com a confirmação do agendamento é o que mais reduz falta.

Isso reduz mesmo a taxa de falta?

Material desse tipo costuma reduzir remarcação por preparo incorreto, principalmente quando enviado junto da confirmação. Vale acompanhar o seu indicador antes e depois para medir no seu caso.

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