Construção · acompanhamento e time-lapse

Dois anos de obra
em noventa segundos.

O time-lapse não se produz no fim. Ele se monta com captação mensal desde a fundação, sempre do mesmo ponto, na mesma altura. Quem lembra dele só na entrega descobre que não dá para voltar atrás e filmar o que já foi construído.

Por que o registro precisa começar no terreno vazio

A força do time-lapse está na comparação. O mesmo enquadramento, mês a mês, mostrando a estrutura subir. Se a captação começa no meio da obra, metade da transformação já se perdeu.

E não é só material de marketing. A sequência mensal serve como comprovação de avanço físico para o financiamento, para o comprador que quer acompanhar e para a própria construtora conferir cronograma.

É serviço recorrente com entrega imediata a cada mês. Todo mês sai um material publicável, e no fim os mesmos arquivos viram o time-lapse completo, sem captação adicional.

O que a captação mensal entrega

Cada visita produz material de uso imediato e alimenta o acervo.

Aéreas dos pontos fixos

Voo com drone nas mesmas coordenadas e altura, todo mês. É a base que faz o time-lapse funcionar depois.

Registro de etapa em solo

Fundação, estrutura, alvenaria, instalações e acabamento, documentados por dentro conforme a obra avança.

Corte mensal para divulgação

Peça curta pronta para publicar, mostrando o avanço do mês. Alimenta rede social e comunicação com o comprador.

Comparativo mês a mês

O antes e depois de cada período, que é o formato mais eficiente para mostrar ritmo de obra.

Acervo organizado

Todo o material catalogado por data e etapa, disponível para uso a qualquer momento pelo marketing e pela engenharia.

Montagem final na entrega

O time-lapse completo do empreendimento, produzido a partir do acervo, sem precisar de nova captação.

Como a operação funciona

A repetição exata é o que define a qualidade do resultado final.

  1. Definição dos pontos na primeira visitaCoordenada, altura e ângulo registrados para serem repetidos por toda a obra. É a decisão mais importante do projeto.
  2. Autorização de vooAeronave cadastrada na ANAC, piloto habilitado e, em área próxima a aeródromo, autorização específica solicitada antes.
  3. Integração no canteiroEPI, integração de segurança e circulação combinada com o engenheiro responsável, a cada visita.
  4. Calendário fixo com margemData definida no mês, com janela alternativa para clima. Registro que atrasa perde a comparação com o mês anterior.
  5. Padronização de captaçãoMesma configuração de câmera e mesmo horário aproximado, para a sequência final não ter salto de luz e de cor.
  6. Entrega no mesmo padrão todo mêsPacote idêntico a cada visita, o que facilita o uso pelo marketing sem precisar pedir ajuste toda vez.

Perguntas frequentes

Começamos a obra há seis meses. Ainda dá?

Dá, e vale. Você perde a fase inicial, mas o restante da transformação ainda é significativo, principalmente em obra vertical, onde a estrutura sobe depois.

Quantas visitas por mês?

Uma costuma bastar para o time-lapse. Obras com etapas rápidas ou com necessidade de comunicação mais frequente às vezes pedem duas.

E se não pudermos voar no dia?

Remarcamos dentro da mesma janela do mês. Quando o voo é impedido por restrição da região, captamos de pontos elevados no entorno para manter a sequência.

Podemos usar para prestar contas ao comprador?

É um dos melhores usos. Muitas incorporadoras enviam o corte mensal a quem comprou na planta, o que reduz ansiedade e ligação para o atendimento.

Serve para obra industrial ou pública?

Serve igual. Ampliação de planta, obra de infraestrutura e reforma de grande porte usam a mesma lógica de registro mensal.

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