Motion · dados e resultados

O número está certo.
Só que ninguém olhou.

O relatório foi fechado, os dados estão corretos, o time passou semanas apurando. Aí tudo isso vira um slide com uma tabela de doze linhas, projetado por quarenta segundos numa apresentação. O trabalho existiu, a comunicação não aconteceu.

Por que tabela não comunica

Tabela é ótima para consulta e péssima para apresentação. Ela mostra tudo ao mesmo tempo e deixa por conta de quem olha descobrir o que importa. Em quarenta segundos de slide, ninguém descobre.

Gráfico estático melhora, mas ainda entrega o resultado pronto. A pessoa vê a conclusão sem acompanhar o raciocínio, e por isso não guarda.

Movimento resolve porque impõe uma ordem. Primeiro o contexto, depois a comparação, depois o resultado. Quem assiste percorre o mesmo caminho de quem analisou, e chega à conclusão junto.

O que a gente anima

Sempre a partir da sua base, com a fonte indicada em tela.

Resultado do período

Receita, volume, produção ou atendimento, comparados com o período anterior e com a meta. O conteúdo central de qualquer apresentação de resultado.

Evolução no tempo

Séries históricas que ganham muito com animação, porque a curva se desenha e a virada fica evidente no momento em que aconteceu.

Composição e distribuição

Para onde foi o recurso, como se divide a operação, qual a participação de cada frente. Substitui a pizza estática que ninguém interpreta.

Comparativo e ranking

Antes e depois, você e o mercado, unidade por unidade. Formato que funciona bem em corte curto para rede social.

Indicador em destaque

Um número só, construído em tela com contexto. É a peça mais reaproveitável, e a que mais circula em rede.

Mapa e distribuição geográfica

Cobertura, unidades e presença por região, animados sobre base cartográfica.

Como a gente produz

O trabalho começa entendendo o dado, não abrindo o software de animação.

  1. Recebimento da basePlanilha, relatório ou exportação do seu sistema. Trabalhamos com o dado que você fornece e confirmamos a interpretação antes de qualquer desenho.
  2. Definição da mensagem de cada gráficoTodo gráfico precisa de uma frase que ele comprova. Se não dá para escrever essa frase, o gráfico provavelmente não deveria existir.
  3. Escolha do tipo certo de representaçãoNem todo dado é barra, nem toda proporção é pizza. A escolha muda completamente o que a pessoa entende.
  4. Padrão visual dentro da sua marcaCor, tipografia e escala consistentes entre todos os gráficos, para o conjunto parecer um material só.
  5. Animação com ordem de leituraEixo, contexto, série e destaque entrando na sequência em que a narração explica.
  6. Fonte e período em telaDe onde veio o dado e a que período se refere, sempre visível. É o que separa informação de peça publicitária.

Perguntas frequentes

Nossos dados são confidenciais

Assinamos NDA antes de receber qualquer base. Trabalhamos apenas com o recorte necessário para a peça, e o material bruto fica sob o mesmo acordo.

Os números mudam todo mês. Dá para atualizar?

Dá, e montamos pensando nisso. Quando a estrutura visual está pronta, atualizar valores em peças recorrentes é rápido e barato.

Podemos usar em apresentação ao vivo?

Podem. Entregamos em arquivo de vídeo para inserir na apresentação, o que evita depender de animação do próprio software de slides, que costuma falhar em telão.

Quem garante que a leitura do dado está certa?

Você. A gente confirma a interpretação antes de animar e submete o material à sua área responsável antes da versão final. Erro de leitura de dado em peça pública é caro de corrigir.

Serve para relatório anual de entidade?

Serve bem, é um dos usos mais frequentes desse formato, principalmente quando o público precisa entender para onde foi o recurso sem ter formação na área contábil.

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Mande os detalhes do seu projeto que a gente devolve uma proposta com escopo e valores. Sem compromisso.

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