Concessionárias · segurança da população

Ninguém acha que vai
acontecer com ele.

Campanha de segurança tem um adversário difícil: a sensação de que o risco é dos outros. O eletricista sabe do perigo, o morador que vai podar a árvore no quintal não pensa duas vezes, e é ele quem a campanha precisa alcançar.

Por que campanha de segurança costuma não pegar

O erro mais comum é o tom. Material que só lista proibição soa como advertência de empresa grande para pessoa comum, e gera reação em vez de atenção.

O segundo erro é a generalidade. Falar de segurança elétrica no geral não muda comportamento nenhum. Mudar comportamento exige tratar da situação específica: a poda, a antena, a pipa, a escavação, a obra no muro.

E existe a linha do tom. O assunto envolve acidente grave, às vezes fatal. Material sensacionalista afasta e material asséptico não sensibiliza. Encontrar esse ponto é o trabalho principal aqui.

Temas que a campanha costuma cobrir

Cada situação real de risco vira uma peça própria.

Poda de árvore perto da rede

A situação que mais gera acidente com morador. Como avaliar, quando chamar a concessionária e o que nunca fazer sozinho.

Construção e reforma

Andaime, escada, laje e muro perto do ramal. Público que se expõe trabalhando, muitas vezes sem saber a distância mínima.

Pipa e objeto na rede

Conteúdo direcionado a criança e a família, no período do ano em que o risco aumenta.

Escavação e obra no solo

Rede subterrânea, aviso prévio e o procedimento antes de cavar. Tema mais relevante para empresa e prestador.

Furto e ligação irregular

O risco real de quem faz e de quem está perto, além da consequência para o bairro inteiro.

O que fazer em emergência

Fio caído, poste danificado, choque. Instrução clara e curta, que é o que a pessoa precisa lembrar sob estresse.

Como a campanha é construída

Conteúdo preventivo exige precisão técnica e cuidado de tom.

  1. Levantamento das ocorrências reaisOs temas saem do histórico de acidentes e de chamados da própria concessionária, não de campanha genérica do setor.
  2. Definição do público de cada peçaMorador, prestador de serviço, criança e empresa exigem abordagens diferentes para a mesma regra.
  3. Roteiro validado pela segurançaCada orientação conferida pela área técnica antes de produzir. Instrução errada em campanha de segurança é grave.
  4. Tom que informa sem apavorarConsequência real mostrada com responsabilidade, sem imagem chocante e sem minimizar o risco.
  5. Captação com segurança totalDemonstração de situação de risco feita em ambiente controlado, com acompanhamento técnico, nunca reproduzindo o perigo de verdade.
  6. Acessibilidade e alcanceLegenda e Libras no escopo, e versões pensadas para os canais em que o público realmente está.

Perguntas frequentes

Podemos mostrar o acidente acontecendo?

Não recomendamos. Imagem chocante costuma gerar rejeição e compartilhamento pelo motivo errado. Demonstração controlada da consequência, com responsabilidade, comunica melhor e é mais segura de veicular.

Como alcançar quem não segue a concessionária?

Combinando canais: mídia local, parceria com a prefeitura, escola, associação de bairro e exibição em ponto de atendimento. Campanha de segurança que fica só nas redes da empresa não alcança quem importa.

Temos que atender exigência regulatória

Parte das campanhas de segurança compõe obrigação do setor. Produzimos dentro do que a sua área regulatória definir, e entregamos o material documentado para comprovação.

Nossa área de concessão é grande e diversa

Recomendamos peças com núcleo comum e adaptações regionais. A situação de risco muda entre área urbana densa, periferia e zona rural.

Serve para outros serviços essenciais?

Serve. Gás, água e saneamento têm campanhas equivalentes, com a mesma lógica de tratar situações concretas em vez de recomendações genéricas.

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