Cooperativa · captação e relacionamento

Por que trocar o banco
por uma cooperativa?

Essa é a pergunta que decide a captação, e a maioria das campanhas não responde. Fala de proximidade, de atendimento humano e de fazer parte, que é o que todo banco também promete no anúncio dele.

O argumento existe, mas raramente é dito

A diferença de uma cooperativa é estrutural, não de atendimento. O cliente é dono, participa do resultado, vota em assembleia e o dinheiro fica na região. Isso é concreto e verificável.

Só que a campanha costuma traduzir isso em linguagem emocional genérica. Sobra sentimento e falta explicação, e quem está avaliando não entende o que muda na prática para ele.

Campanha de captação boa explica o modelo. Mostra o que são sobras, o que significa votar, e o que o dinheiro que fica na região faz voltar para quem mora ali.

O que compõe a campanha

Peças para atrair, explicar e converter, em canais diferentes.

Filme principal da campanha

A peça que apresenta a cooperativa e o modelo, para mídia, site e redes. É onde o argumento central precisa ficar claro.

Explicativo do modelo cooperativo

O que muda entre ser cliente e ser dono, em motion, porque é conceito e não tem imagem própria.

Depoimento de cooperado

Alguém que já fez a troca contando o que mudou. Prova social é o que mais converte nesse segmento.

Atuação na região

O que a cooperativa devolveu à comunidade: projeto apoiado, crédito concedido, emprego gerado. Argumento de proximidade com prova.

Peças por perfil

Produtor rural, comerciante, profissional liberal e servidor têm razões diferentes para migrar. A campanha rende mais segmentada.

Material para a agência usar

Cortes que o gerente envia direto ao prospect, que é como boa parte da captação acontece de fato.

Como a campanha é construída

Do argumento à peça, com validação de quem responde pela marca.

  1. Definição do diferencial que sustentaNem toda cooperativa compete pelo mesmo motivo. Escolhemos o argumento que a sua realmente entrega, não o do manual do setor.
  2. Escuta de cooperados atuaisQuem já migrou sabe explicar melhor do que qualquer texto de marketing por que valeu a pena.
  3. Roteiro que explica sem cansarO modelo cooperativo é a parte difícil. Precisa ser claro em poucos segundos, o que exige mais trabalho de escrita que de produção.
  4. Captação na região de atuaçãoImagem do lugar onde a cooperativa opera, com gente da região. Cenário genérico contradiz o discurso de proximidade.
  5. Validação institucionalComunicação, conformidade e diretoria aprovam antes da veiculação, porque campanha de instituição financeira tem exigência própria.
  6. Entrega por canal e por perfilVersões para mídia, redes, agência e envio direto, com cortes adaptados a cada público.

Perguntas frequentes

Como diferenciar da campanha de banco?

Falando do que banco não pode falar: participação nos resultados, voto em assembleia e destino local do recurso. Se a campanha pudesse ser de um banco, ela ainda não está pronta.

Nosso público é muito variado

Por isso recomendamos um filme principal mais peças por perfil. O argumento central é comum, mas o exemplo que convence um produtor rural não é o mesmo que convence um profissional liberal.

Podemos usar cooperados reais?

Podem, e é o mais forte. Colhemos autorização de uso de imagem e conduzimos em formato de entrevista, para soar como conversa e não como depoimento decorado.

Temos regra de conformidade para comunicação

Instituição financeira tem, e trabalhamos dentro dela. O que pode ser afirmado sobre produto, taxa e benefício é definido pela sua área de conformidade antes do roteiro.

Vale investir em mídia paga?

Costuma valer, principalmente segmentada por região. Mas a peça precisa estar boa antes: mídia amplifica o que existe, inclusive campanha que não explica nada.

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