Indústria · segurança do trabalho
Treinamento de NR que o time
assiste, e não só assina a lista.
Todo mundo conhece a cena: a sala escura, o vídeo genérico com atores de capacete impecável, e o pessoal assinando a presença enquanto olha o celular. O treinamento aconteceu no papel. Na hora do risco real, ninguém lembra de nada.
Por que o vídeo genérico não pega
O material comprado pronto mostra uma fábrica que não é a sua. Outro maquinário, outro layout, outro procedimento. O operador reconhece a diferença em dez segundos e desliga, porque aquilo não fala com o trabalho dele.
Some a isso a duração. Bloco de quarenta minutos sobre norma é insuportável para qualquer pessoa, e o formato empurra todo mundo para o piloto automático.
Treinamento de segurança grava quando é sobre o lugar onde a pessoa trabalha. O mesmo corredor, a mesma máquina, o mesmo colega demonstrando. Aí o conteúdo deixa de ser obrigação e vira reconhecimento.
O que a gente produz nessa frente
Sempre gravado na sua operação, com o seu procedimento e a sua linguagem.
Treinamento de norma específica
Trabalho em altura, máquinas e equipamentos, eletricidade, espaço confinado e o que mais a sua atividade exigir, filmado no ponto onde o risco existe.
Integração de novo funcionário
O conteúdo que hoje alguém repete a cada contratação. Grava uma vez, todo mundo recebe a mesma versão, e o RH acompanha quem assistiu.
Diálogo diário de segurança
Peças curtas para o DDS, uma por tema, no formato que cabe na conversa de cinco minutos antes do turno começar.
Campanha de SIPAT e CIPA
Material de abertura, chamada de participação e conteúdo temático da semana, com produção que não parece cartilha.
Procedimento operacional padrão
A sequência correta demonstrada por quem executa, com marcação do passo crítico e do erro comum. Serve para treinar e para consultar depois.
Comunicação pós-incidente
Quando algo acontece e a liderança precisa falar com a operação inteira, rápido, sem alarmar e sem esconder. Roteiro e tom são o trabalho principal aqui.
Como a produção se encaixa na sua rotina de segurança
Quem valida o conteúdo técnico é a sua equipe. A gente responde pela forma.
- Conteúdo que já é seu, em formato novoO tema e a profundidade saem do material que a sua equipe já usa hoje. Nosso trabalho começa onde o seu conteúdo está pronto e precisa virar vídeo que prende a atenção.
- Roteiro dividido em módulos curtosUm risco por bloco, com abertura, demonstração e recapitulação. Módulo de cinco a oito minutos é assistido inteiro, o de quarenta não.
- Gravação com a operação em conformidadeFilmamos o procedimento sendo feito do jeito certo, com EPI correto em cena. Imagem de treinamento que mostra desvio vira prova contra a empresa.
- Nossa equipe dentro da sua normaIntegração feita, EPI da sua planta, documentação entregue ao seu SESMT antes do dia da gravação.
- Sua equipe aprova antes de publicarO corte volta para a sua equipe conferir se o procedimento está mostrado do jeito certo. Ajuste de conteúdo nessa fase é rápido e já está previsto.
- Entrega pronta para a sua plataformaFormato compatível com a sua plataforma de treinamento, com legenda e divisão por capítulo, para você registrar quem assistiu o quê.
Perguntas frequentes
Vocês produzem para qualquer norma?
Produzimos para qualquer tema de segurança que a sua operação trabalhe: trabalho em altura, máquinas, eletricidade, espaço confinado, movimentação de carga, uso de EPI e o que mais fizer parte da sua rotina. Você diz o conteúdo, a gente transforma em material que a equipe assiste.
Como vocês montam o conteúdo?
Partimos do material que a sua equipe de segurança já usa: procedimento, apresentação, cartilha. A gente transforma isso em roteiro audiovisual, grava na sua operação e devolve o corte para a sua equipe conferir antes de publicar. Você não precisa escrever nada do zero.
A norma mudou. Precisamos refazer tudo?
Não, se o material foi produzido em módulos, que é como fazemos. Quando muda um ponto específico, se regrava o módulo afetado e o restante continua válido. Refazer curso inteiro por uma alteração é desperdício.
Dá para gravar com a produção rodando?
Na maior parte das vezes sim, e o resultado fica melhor, porque mostra o trabalho real. Planos que exigem máquina parada são agendados junto de uma parada já prevista, sem custar hora de linha.
Nossos operadores não querem aparecer
É comum, e tem saída. Dá para trabalhar com quem se voluntaria, usar enquadramento que não identifica, ou apoiar em motion para demonstrar o procedimento. Autorização de uso de imagem é colhida de todo mundo que aparece de forma identificável.
Veja também
Conta o que você precisa
Mande os detalhes do seu projeto que a gente devolve uma proposta com escopo e valores. Sem compromisso.
Pedir orçamentoFale com nosso time
A gente responde no seu WhatsApp. Ou fale agora pelo botão flutuante.